Eu nunca guardei rebanhos,
mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
conhece o vento e o sol
e anda pela mão das Estações
a seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um por de sol
para a nossa imaginação,
quando esfria no fundo da planície
e se sente a noite entrada
como uma borboleta pela janela.
Mas a minha tristeza é sossego
porque é natural e justa
e é o que deve estar na alma
quando já pensa que existe
e as mãos colhem flores sem ela dar por isso.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Pérola do dia
Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro.
Ame como se você nunca tivesse sido magoado.
Dance como se ninguém estivesse observando.
O maior risco da vida é não fazer nada!
Ame como se você nunca tivesse sido magoado.
Dance como se ninguém estivesse observando.
O maior risco da vida é não fazer nada!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
IMAGINE by John Lennon
Imagine
Imagine não existir paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
Acima de nós apenas o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje
Imagine não existir países
Não é difícil de fazê-lo
Nada pelo que matar ou morrer
E nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz
Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
você se juntará a nós
E o mundo será como um só
Imagine não existir posses
Me pergunto se você consegue
Sem necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade de homens
Imagine todas as pessoas
Compartilhando todo o mundo
Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
Você se juntará a nós
E o mundo será como um só
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Benção Druida
"Que o caminho seja brando a teus pés, o vento sopre leve em teus ombros.
Que o sol brilhe cálido sobre tua face, as chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja, que os Senhores te guardem nas palmas de Suas mãos."
Que seu fim de semana seja iluminado...Jacira
Que o sol brilhe cálido sobre tua face, as chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja, que os Senhores te guardem nas palmas de Suas mãos."
Que seu fim de semana seja iluminado...Jacira
domingo, 6 de fevereiro de 2011
TELA BY JACIRA MOREDO
"Tenho saudades de época que pintava no atelier da artista plastica e
gde mestra, Katia Matias. Sorte de quem tem coisas maravilhosas para se lembrar..."Jacira
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Súplica (Florbela Espanca)
Súplica (Florbela Espanca)
Olha pra mim, amor, olha pra mim;
Meus olhos andam doidos por te olhar!
Cega-me com o brilho de teus olhos
Que cega ando eu há muito por te amar.
O meu colo é arrninho imaculado
Duma brancura casta que entontece;
Tua linda cabeça loira e bela
Deita em meu colo, deita e adormece!
Tenho um manto real de negras trevas
Feito de fios brilhantes d`astros belos
Pisa o manto real de negras trevas
Faz alcatifa, oh faz, de meus cabelos!
Os meus braços são brancos como o linho
Quando os cerro de leve, docemente...
Oh! Deixa-me prender-te e enlear-te
Nessa cadeia assim etemamente! ...
Vem para mim,amor...Ai não desprezes
A minha adoração de escrava louca!
Só te peço que deixes exalar
Meu último suspiro na tua boca!...
Olha pra mim, amor, olha pra mim;
Meus olhos andam doidos por te olhar!
Cega-me com o brilho de teus olhos
Que cega ando eu há muito por te amar.
O meu colo é arrninho imaculado
Duma brancura casta que entontece;
Tua linda cabeça loira e bela
Deita em meu colo, deita e adormece!
Tenho um manto real de negras trevas
Feito de fios brilhantes d`astros belos
Pisa o manto real de negras trevas
Faz alcatifa, oh faz, de meus cabelos!
Os meus braços são brancos como o linho
Quando os cerro de leve, docemente...
Oh! Deixa-me prender-te e enlear-te
Nessa cadeia assim etemamente! ...
Vem para mim,amor...Ai não desprezes
A minha adoração de escrava louca!
Só te peço que deixes exalar
Meu último suspiro na tua boca!...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
O som do silêncio (Rafael greyck)
É bom parar e olhar pra traz pra ver o que restou
A vida é feita pra se dar e você nem se quer se emprestou
Isso sem falar nos nossos corações partidos
A gente aprende de escutar e você tapa os seus ouvidos
Quando o som do silêncio te incomodar,
Você vai se lembrar de tudo e vai lamentar
Vai implorar pro tempo, mas ele nunca volta a traz
Sua lembrança vai rasgar seu peito toda vez que ouvir o som que o silêncio faz
Não adianta falar agora, não adianta ficar sozinho
Não adianta chorar na hora que a vida segue o seu caminho
A vida é feita pra se dar e você nem se quer se emprestou
Isso sem falar nos nossos corações partidos
A gente aprende de escutar e você tapa os seus ouvidos
Quando o som do silêncio te incomodar,
Você vai se lembrar de tudo e vai lamentar
Vai implorar pro tempo, mas ele nunca volta a traz
Sua lembrança vai rasgar seu peito toda vez que ouvir o som que o silêncio faz
Não adianta falar agora, não adianta ficar sozinho
Não adianta chorar na hora que a vida segue o seu caminho
DO LIVRO PARNASO DE ALEM TUMULO (CHICO XAVIER)
Dobram sinos afinados
Com mágoa e de desolação...
Porque não sabem que a morte
É a nossa libertação.
Toda a esperança da fé,
Que vive com a caridade,
É realizada num mundo
Da eterna felicidade.
Quem tem a flor da humanidade,
Medrando no coração,
Tem o jardim das virtudes
Da suprema perfeição.
Com mágoa e de desolação...
Porque não sabem que a morte
É a nossa libertação.
Toda a esperança da fé,
Que vive com a caridade,
É realizada num mundo
Da eterna felicidade.
Quem tem a flor da humanidade,
Medrando no coração,
Tem o jardim das virtudes
Da suprema perfeição.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Mortos? Não
Antero de Quental
Nós não somos os mortos condenados
Aos sepulcros de treva e cinzas frias,
Tristes evocações das agonias,
Sob os dobres dos sinos de finados...
Não estamos nas lápides sombrias
Dos cemitérios ermos e isolados,
Somos somente amigos apartados
Pelo... espaço das horas fugidias.
Crede que a luta é a nossa eterna herança,
Com a qual marchamos plenos da esperança
Que une os mundos e os seres nos seus laços.
Depois da morte, a luz de um novo dia
Resplende, transbordante de harmonia
Pela serenidade dos espaços.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Soneto da separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinícius de Moraes
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
POSSUA
Um coração que nunca endureça
Uma emoção que nunca pressione
Um toque nunca magoe
Um carinho que nunca envelheça
Uma doçura que não estacione
Um coração que,por vezes,perdoe
Uma paixão que não enfraqueça
Um prazer que nunca relaxe
Um silencio que nunca destoe
Uma verdade que nunca encareça
Um medo que não ameace
Uma tristeza que não amontoe
Uma amargura que não amanheça
Uma alegria que nunca entristeça
Uma fantasia que não voe
Uma felicidade que não empobreça
Um desejo que nunca se apague
E um amor que te abençoe...
(Blandinne)
Um coração que nunca endureça
Uma emoção que nunca pressione
Um toque nunca magoe
Um carinho que nunca envelheça
Uma doçura que não estacione
Um coração que,por vezes,perdoe
Uma paixão que não enfraqueça
Um prazer que nunca relaxe
Um silencio que nunca destoe
Uma verdade que nunca encareça
Um medo que não ameace
Uma tristeza que não amontoe
Uma amargura que não amanheça
Uma alegria que nunca entristeça
Uma fantasia que não voe
Uma felicidade que não empobreça
Um desejo que nunca se apague
E um amor que te abençoe...
(Blandinne)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
MORTE (Chico Xavier)
Silenciosa madona da tristeza,
a morte abriu-me as catedrais radiosas,
onde param as formas vaporosas.
Do país ignorado da Beleza.
Num dilúvio de lírios e de rosas,
filhos da luz de uma outra Natureza,
que entornavam no espaço a sutileza
dos incensos das naves harmoniosas!
Monja de olhar piedoso,calmo e austero.
Que traz à Terra um tênue reverbero
da mansão das estrelas erradias...
Irmã da paz e da serenidade,
que abriu meus olhos na imortalidade,
à esperança de todos os meus dias!
a morte abriu-me as catedrais radiosas,
onde param as formas vaporosas.
Do país ignorado da Beleza.
Num dilúvio de lírios e de rosas,
filhos da luz de uma outra Natureza,
que entornavam no espaço a sutileza
dos incensos das naves harmoniosas!
Monja de olhar piedoso,calmo e austero.
Que traz à Terra um tênue reverbero
da mansão das estrelas erradias...
Irmã da paz e da serenidade,
que abriu meus olhos na imortalidade,
à esperança de todos os meus dias!
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